.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
O fim do Poções
.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Longe da Festa...
Leia o comentário de Peponni (Pietro Sangiovanni)
"Dão fazia os picolés na sorveteria de João Liguori, por sinal de boa qualidade. Nós não compravamos, era um luxo na época. Porém, Dão sempre dava um para provarmos. A sorveteria ficava voltada para o poente, os picolés costumavam derreter rapidamente, ficavamos com o palito na mão e o picolé no chão. Certo dia passava um filme de vampiros no antigo Cine Sto. Antonio, em determinado momento, o vampiro atacava as mocinhas para chupar o sangue, aí aparecia o artista, que em defesa da artista abria a janela para o sol entrar. Com a luz do sol o vampiro começa a derreter, ai um gaiato gritou: Olha o picolé de João Liguori, o cinema veio abaixo."
.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Hino a Poções
HINO A POÇÕES (Lei Municipal de 2004)
Ricardo De Benedictis e Carlos Napoli
Na tua história
Não há sangue a lamentar...
Somos a paz, amor e fé
E alegria para dar a quem quiser...
(2ª Parte)
Teu céu azul, tuas crianças
Verdes campos, Norte-Sul,
Teu povo livre, mente sã
E a juventude, esperança do amanhã...
(3ª Parte)
Sempre Poções, torrão baiano,
Pedaço lindo do Brasil aqui está...
Braços abertos, calor humano
Pra receber quem quer que seja pra ficar...
(Volta à 2ª Parte)
Teu céu azul, tuas crianças
Verdes campos, Norte-Sul,
Teu povo livre, mente sã
E a juventude, esperança do manhã...
Teu povo livre, mente sã
E a juventude, esperança do amanhã...
.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Michele, ma belle
Resultado – vim depois a saber – da tradição italiana de que os filhos sejam batizados com nomes de antenatos da família, respeitando certa hierarquia.
Funciona assim:
O primeiro filho homem leva o nome do avô paterno – daí ter-se chamado “Pietro” o irmão mais velho de meu pai, primogênito da família.
Nascendo um segundo menino, levará o nome do avô materno – chamou-se então “Michele” o segundo filho, irmão do meio de meu pai.
Um terceiro menino que chegue levará o nome do tio mais velho, irmão mais velho do pai (que terá sido batizado, por sua vez, com o mesmo nome de seu bisavô) – de modo que meu pai foi batizado “Luiz”, homenagem aportuguesada, tendo ele nascido já no Brasil, ao tio “Luigi”.
E assim por diante.
A última ele contou outro dia. Sentado na sala de espera de uma clínica, aguardava ser convocado pela recepcionista para uma consulta médica, quando um cidadão achou de puxar conversa. O homem, troglodita, derramou-se em homofobia e, sem que se lhe fosse perguntado, danou a bradar que um dia ainda matava tudo quanto era bicha existente na cidade. Porque para ele homem é homem, e tal e tal, e não sei lá mais o quê. Violento mesmo, o cabra.
Tipo calado, meu tio preferiu não lhe dar trela. Seguiram-se uns minutos, e a mocinha gritou estridente o próximo nome da lista de espera: “Senhora Michele.” Ninguém respondeu. “Senhora Michele!” Nem piu. Mais uma vez – nada.
Meu tio temeu: “E deixar esse doido pensando que eu, um homem deste tamanho, tenho nome de mulher? Vou nada!” Pois calado estava, calado permaneceu.
Deu mais dois minutos e, como a recepcionista já se desse por satisfeita com a ausência de Dona Michele, levantou-se meu tio, caminhou até o balcão e cochichou no ouvido da moça: “Dona Michele não veio. Mas se você der uma engrossadinha na voz e chamar “Senhor Miquéle”, eu respondo. Pois esse Michele Sangiovanni aí na lista sou eu.”
Assim foi feito; e passou-se à consulta.
Afinal, se por um lado crescemos impregnados de “tradição” desde pequenos – desde, às vezes, o próprio nome que nos é dado – , por outro, se tal tradição nos compele a alguma coisa nessa vida, é precisamente a dialogar com ela própria. Diálogo que, se franco, será certamente transformador – primeiro de indivíduos isolados, mas logo dos valores de que se constitui a própria tradição.
“Nome: Michele Sangiovanni; Sexo: Feminino”.
Diagnóstico: cisto no ovário.
.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Augusto Rocha Lima (Gutinha)
Mais um amigo que se vai prematuramente.
A minha solidariedade a familia enlutada.
.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Profa. Pepetinha - Falecimento
Recebo a notícia do falecimento da Professora Adália Profetina Schettini Longo (Pepetinha). Uma perda lamentável para a nossa cidade. Ela foi uma das mais brilhantes professoras da língua portuguesa que eu conheci e tive o prazer de ser o seu aluno no Ginásio e na "banca". Esposa de Pedro Silvino Longo e mãe de Silvia e dos meus amigos Rodrigo e Gustavo.
Os sentimentos da família Sangiovanni para os parentes descritos acima e para Dona Aracy, sua mãe, Angelina, Fernandinho e Zé, seus irmãos.
Pepetinha escreveu este comentário no Blog quando do falecimento da minha mãe:
"COM certeza D.Ana será inesquecível para nós que fomos criados e que vivemos em Poções.Tenho ainda uma lembrança dela,quando nasceu um de meus filhos, sentada na poltrona do apart do hospital ( aonde tinha ido me visitar) fazendo crochê. Outra notícia que me deixou triste foi a morte de Tom, meu amigo dos meus tempos de estudante em Jequié.Há uns anos fiquei feliz quando em seu blog tive notícias dele.Mas a vida é esse eterno passar e eterno ficar e o 'POETINHA" já dizia " para isso fomos feitos , para chorar e fazer chorar (...) por isso temos os braços longos para os adeuses". Adália Schettini Longo"
.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Pablo e o bar sem nome
Entrei e fui logo conversando com a pessoa que tomava uma cerveja no balcão. Ainda tinha meia cerveja na garrafa quando me ofereceu compartilhar a bebida. Nos cumprimentamos e ele jogou logo o assunto sobre o mafioso Michele Caputo, que havia sido preso há bastante tempo:
Ele respondeu: - Não, eu não participo destas coisas de igreja!
Mudamos o assunto e, de novo, mais uma tentativa de identificação:
Amarelei de novo. - Ah, eu sei quem é mais não estou me lembrando!
- E o seu nome?
- Lulu, eu sou Pablo, aquele que você pegou cerveja no meu bar no dia que desceu do beco dos Artistas, quando estava conversando com Bruno Sola, seu primo!
- Ah, rapaz, agora caiu a ficha. Você é aquele que fica com o som na maior altura durante a Festa do Divino?
- Isso, sou eu mesmo!
- Eu só tomo uma e vou trabalhar porque no bar eu não posso beber. Você sabe que dono de bar é psicólogo, conselheiro, meio que faz tudo e outra dia um bêbado tava brigado com sua mulher e veio me pedir opinião. Imagine se ele fizesse o que orientei. Portanto, a gente não pode beber para manter as idéias no lugar. Dono de bar é até detetive. Mas, vamos mudar de assunto. Eu me lembro que seu Chico, seu pai, botava as cadeiras sobre o passeio na porta da casa para a gente não passar de bicicleta, aquelas monaretas BMX!
- Ainda não sei !!!
.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Agripino, da Terra do Divino
Tudo isso ao som de um chorinho tocado no alto-falante da cidade.
Pense agora, no meio daquela imensidão que é São Paulo, você entrar em um taxi e encontrar um conterrâneo de um amigo que poderia estar ali naquele momento e por insistência ficou de fora dessa oportunidade.
Muita coincidência. E o cara de Sarney ainda teve a coragem de pedir para Agripino fazer a corrida de graça, por conta da coincidência.
.
domingo, 13 de novembro de 2011
Almoço anual da Família Sarno
O evento é aberto para parentes e amigos da família Sarno.
.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
A alegre tia Ilza
Quantos carnavais passamos lá, quantas feijoadas fez para aguentarmos os dias quentes do bloco Sniff e quantos conselhos nos deu. Com seus mais de oitenta anos, me recebeu no quintal do apartamento com lembranças dignas de uma memória de fazer inveja, lembrando de todas as épocas. Bete ajudava nas histórias e Jacaré fazia cara de desentendido e só lembrava quando era de "conveniência”.
Enfim, registro a alegria de ter visitado minha tia Ilza. Continua um porto seguro no Porto da Barra.
Comentários de Hernani Aragão Exler sobre a crônica
.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Às escuras...
Voltando ao ponto de partida, estávamos na praça, no Chamuscão, saindo do cinema ou batendo uma viola na praça. Na verdade, ouvindo uma viola, já que nunca tive afinidade com as cordas de um violão. Sabia que Canário era a marca de uma delas. Fora isso, três notas do Parabéns que Ruy (Budu) Sarno me ensinou.
.
sábado, 1 de outubro de 2011
Reforma da Igrejinha de Poções
Recebo o email abaixo do meu amigo Walter Gabriela solicitando ajuda para a conclusão da reforma da nossa igrejinha. Quem puder e quiser ajudar, segue o número da conta para o depósito das doações.
Contribua com qualquer valor.
Graça e Paz!
Como é do seu conhecimento nossa linda Igrejinha está sendo restaurada e gostaríamos de contar com sua colaboração, tanto fazer sua doação, quanto estender para seus amigos e familiares nossos conterrâneos.
Desde já agradecemos e pedimos ao nosso titular o Divino Espírito Santo que derrame bênçãos sobre você e toda sua família.
Diaconia do Divino Espírito Santo.
Diác. João Cambuí
Walter Gabriela ( Coordenador da reforma)
Banco da Brasil
Conta corrente: 7813-1
Agência: 0556-8
Altamirando Ferreira Alves
Poções - Bahia
sábado, 17 de setembro de 2011
E de mãe e D de pai
.
domingo, 28 de agosto de 2011
Caminhos do Vento - Lançamento do CD
O Show contou com a presença de um grande número de admiradores e gente do ramo da música, com a cobertura da TVE.
Um Cd com músicas de extrema qualidade do músico poçõense Edu Fagundes em companhia do flautista Luciano Chaves e o percussionista Annunciação (formam o grupo Triat´Uan) e outros músicos convidadados.
A capa do disco conta com a obra do artista plástico Adilson Santos, também poçõense.
Parabéns ao Triat´Uan - o trio (tão) atual.
Nota do Blog: Fica a sugestão da apresentação deste grupo em alguma oportunidade na nossa querida Poções!
.
domingo, 21 de agosto de 2011
Festa no Purgatório
Entendidos em futebol desdenharão. Especialistas em arquitetura dirão que tem graça, mas que faz pouco ou nenhum sentido. Mas dois sagrados deveres jornalísticos – o de informar e o de preencher o espaço vazio na página – obrigam-me a levar ao conhecimento público a suposição (a descoberta?) a que cheguei graças à indesejável (à saudàvel) ignorância que cultivo nessas duas áreas do saber. Foi o que me levou a buscar respostas para uma na outra, e então afirmar: chama-se futbol-gaudì o que atualmente anda jogando o Barcelona. E é, afirmo sem medo de trair a memória, o futebol mais bonito que já vi um time jogar.
Nota do blog:
Ricardo Sangiovanni é meu filho, mora em São Paulo, e mantém a sua coluna de crônicas no www.ilpurgatorio.wordpress.com sempre aos domingos, onde esta foi publicada. Com muita alegria recebo a notícia da premiação e vai aqui mais um abraço.
.
sábado, 13 de agosto de 2011
O sucesso da I Mostra Cinema Poções
O Cineclube Tela em Transe vem a público agradecer a todos que contribuíram com a I Mostra Cinema Poções, realizada entre os dias 5 e 7 de agosto na Câmara de Vereadores da cidade. Em homenagem a Tuna Espinheira, cineasta filho de Poções, a Mostra teve grande destaque na imprensa e nas mídias sociais e levou o nome da cidade a diversos lugares da Bahia. Com uma média de 100 pessoas, o evento a partir de agora faz parte da agenda cultural da cidade.
Foto: www.sudoesteagora.com.br
Temos muito de agradecer ao público que compareceu aos três dias do evento, participando não só das sessões, mas da mesa redonda e da oficina, momentos de maior discussão sobre o cinema. Somos gratos a Chico Schettini, a Filarmônica 26 de Junho, a Carlos Rizério, a Glauber Lacerda, a George Neri, a José Umberto e a Tuna Espinheira.
Cátia Dias
Fábio Agra
Mário Guimarães
Samara Ribeiro
Vitor Guimarães
.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Lúcia Liguori - Falecimento
Em meu nome e dos meus irmãos, as nossas condolências à familia, especialmente a Afonsinho, companheiro de incontáveis momentos e irmão de coração.
.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
GRAÚNA – Comemoração dos seus 25 anos!
O nome é uma homenagem à vida e ao trabalho de Henfil.
A acolhida da intelectualidade local foi importante para a implantação do nosso projeto, destacando o incentivo e apoio inicial de Waldeloir Rego, reconhecido antropólogo e estudioso da cultura baiana, de saudosa memória.
Vaneide & Eduardo Sarno
www.graunalivros.com.br
Visite nosso blog:
www.familiasarno.blogspot.com/
Nota do Blog: Parabenizo a Eduardo, Vane e Vanessa pelas Bodas de Prata da Graúna. Sou testemunha de todos o bons momentos dessa raridade cultural, da sua fundação na Rua Senador Costa Pinto até a versão virtual dos dias de hoje.
Vida longa!
domingo, 24 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Medo de escuro
Com as mãos ocupadas, ele não poderia dar a benção da boa noite e apenas respondia: Dio ti benedica, va te curca presto! (Deus te abençõe, vá se deitar cedo!) num sotaque carregado do dialeto italiano.
Ainda garoto, o medo de escuro me pelava. Quando alguém reclamava de dor de barriga, eu caia fora. Significava que me mandaria pegar erva cidreira no quintal do fundo. Tinha receio que uma mão de defunto ia me agarrar – saia picado, correndo, assim eu poderia chegar primeiro que a alma.
As crianças de hoje não tem mais medo de escuro. Não falta luz, a arquitetura acabou com a “lonjura” do banheiro, acabou com o penico.
.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
I Mostra Cinema Poções é dedicada ao cineasta Tuna Espinheira
Por Fábio Agra - www.cineclubetelaemtranse.blogspot.com
Entre os dias 5 e 7 de agosto o Cineclube Tela em Transe realiza na Câmara de Vereadores de Poções a I Mostra Cinema Poções, dedicada ao cineasta Tuna Espinheira. Com o objetivo de promover um estímulo à arte cinematográfica na cidade e região, durante três dias a programação da Mostra terá filmes do homenageado, mesa redonda, oficinas e também apresentações musicais e exposição.
sábado, 2 de julho de 2011
Dois de Júlio
(com a colaboração de Valmir Fagundes, meu sôgro)
.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Diretas do Pavilhão
.
terça-feira, 21 de junho de 2011
As obras primas de Homero
Nós, os cavaleiros do Divino, cavaleiros de Seu Homero, seguimos as suas orientações à risca.
Também no Youtube
.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Museu do IECEM - O bom Museu de Poções
Pepone reproduziu o documentário com as imagens da Festa e outras íntimas com as nossas famílias em DVD. Gentilmente ele emprestou o filme, fizeram cópias sem a sua autorização e venderam nas bancas de DVD´s piratas na feira de Poções. Não tiveram piedade…domingo, 19 de junho de 2011
Eu sou Vicente...
Na mesma noite de quinta-feira, ainda na barraca de Zé Califórnia, o ponto de início da Festa, encontrei-me com Lourinho e Edson Jacaré.
Ficamos um tempo relembrando de histórias passadas, quando Pepone resolveu ir dormir. Fui fechar a conta com Norbertinho para reabrir outra com os novos amigos.Norberto é o garçom mais antigo da cidade. O mais amigo e conhecedor de pessoas e histórias, principalmente dos frequentadores da Festa, antigos e novos. É daqueles que você não precisa conferir a conta – nem mais, nem menos.
Mas, eu recebi a conta em uma notinha personalizada e vi os nomes de “Vicente e Pepone”.
Perguntei para ele quem era Vicente. Respondeu: - Você é Vicente. Eu falei: -Eu sou Lulu!. Ele teima: - Não, você é Vicente!. E isso durou até o dia seguinte, quando ainda teimava a troca.
Para aqueles que não sabem, Vicente era o primo que todos nós chamávamos de Vicentão, um dos maiores frequentadores e admiradores da Festa, além de divulgá-la nos jornais da Capital.
Norbertinho não explicou porque trocou o nome. De qualquer forma, Lulu ou Vicente, não
importa. Serviu para lembrar que Vicentão estava presente na Festa.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Como uma onda
“Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo” (Nelson Mota)
Na quinta-feira à noite, fiquei sentado no Zé Califórnia com Pepone e Zilma. Olhava para a Praça do Divino e apreciava o vai-e-vem das pessoas. Pouco a pouco, desfilavam na frente daquele barracão as mesmas figuras que frequentavam as Festas passadas.
Os cabelos brancos e as jaquetas de cores neutras pintavam o cenário de outros tempos. Misturavam o passado com o presente, mas com o mesmo entusiasmo do começo de mais uma Festa. Todos esperam o ano todo por aquele momento, por aquela semana.
Observava o movimento e lembrava o tempo em que filmávamos a Festa entrevistando as pessoas na praça. As perguntas sempre eram as mesmas: “Você acha que a Festa mudou em relação ao passado?” “O movimento aumentou ou diminui?” “Ela está mais animada?”. As respostas sempre vinham com justificativas nas crises econômicas, nos planos dos governos, na chuva, no frio e na falta da filarmônica. Eram quase unânimes e afirmavam que a mudança havia acontecido.
A Festa é a onda da letra da música acima. Dela, não adianta fugir. A Festa não será como foi um dia, mas sempre será nossa!!!
domingo, 12 de junho de 2011
Fotos da Festa do Divino 2011
http://www.liberdadefmpocoes.com.br/
http://www.paroquiadodivinopocoes.com.br/
http://www.sudoesteagora.com.br/
http://www.orlandomiranda.com.br/
http://www.portalpocoes.com.br/
http://sabendodascoisas.blig.ig.com.br/
.










